A Simone, mãe da Mariana, em um dos comentários ao post anterior falou sobre o beijinho na boca entre mãe e filha, que é uma coisa que ela não achava certo… Antes de ser mãe!

A Mariana é muito carinhosa, dá beijinho (na boca) e depois fala “abraço” e dá um tão apertado que não dá vontade de largar mais, e olha que antes de ter filho eu achava errado dar beijinho na boca de criança, mais quem resiste a isso, mais é só em mim que ela faz isso, acho que é amor de mãe mesmo que fala mais alto. 

Por coincidência, ontem ainda lembrei disso, que pensava exatamente como a Simone. Antes da maternidade não achava legal, hoje acho natural, carinhoso, afetivo, não vejo problema algum. E a Isadora também já me deu também lindo beijinho na boca.

Engraçado, né? A maternidade realmente nos fazer mudar em muitas coisas. Vocês também já tiveram essa sensação? Já mudaram a forma de pensar sobre educação etc?




Na contagem regressiva para o dia, a nova série é puro deleite! Sei que podemos passar horas aqui contando sobre o que é melhor em ser mãe.

A maternidade me surpreendeu por ser melhor e mais gostosa do que eu imaginava.

Mas, para falar uma só frase objetiva, vou contar o que vivi hoje.

 

O melhor de ser mãe é ganhar um beijo estalado e um abraço apertado sem pedir! Foi uma delícia. E foi a primeira vez!

O melhor de ser mãe é ver o sorriso dela quando me vê chegar.

O melhor de ser mãe é vê-la crescendo feliz, tranqüila e sem medos.

O melhor de ser mãe é ver, ouvir e sentir uma novidade a cada dia.

O melhor de ser mãe é confirmar que as verdadeiras alegrias e realizações estão nas pessoas. E não nas coisas.

Enfim… Ia dizer uma só e não resisti! Fiquem à vontade também. Espaço e boas sensações na maternidade são o que não falta!

Beijo,

Felicíssimo Dia das Mães a todas!

E obrigada por já estarem conosco nas nossas comemorações!

Priscila e Isadora

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Foto fresquinha, da comemoração do Dia das Mães

hoje na escola, a minha estréia na área




Dia das Mães é todo dia. Todo dia somos mães. Mas como estamos na semana da data, vamos aproveitar esse tema inesgotável…

Como a nossa série SER MÃE É… (post 18 de abril) foi uma delícia, com ótimas participações, proponho agora uma nova.

O que aprendemos com nossas mães que vamos querer transmitir aos nossos filhos?

Eu começo!

“Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. A minha mãe disse esse trecho do refrão da música de Geraldo Vandré para responder a uma dúvida minha no início da adolescência. Questão básica de menina: “Ligo ou não ligo para ele?” “Espero sentada o telefonema?”

E minha mãe foi maravilhosa: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Até hoje, uso o conselho para tudo, tudo mesmo.

O que queremos, e sabemos que queremos, temos que ir atrás e acreditar. E tenho certeza que tudo o que desejamos de verdade acontece. A prova mais recente vai fazer dois anos em julho, a querida Isadora!

De mãe para filha: também vou ensinar para ela que “quem sabe faz a hora, não espera acontecer”.

E vocês, o que aprenderam ou viveram com suas mães que vão querer transmitir e repetir com os filhos? As participações dos pais também são bem-vindas!

Contem-nos tudo!

beijos,

Priscila e Isadora.

 

 

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Esse quadrinho comprei há anos por ter a mensagem: “Vem, vamos embora, que esperar não é saber. Quem sabe faz a hora, não espera acontecer”. Ficou no meu trabalho. Essa semana, montei um “home office” mais completo e trouxe de volta. Fui procurá-lo para a foto e… surpresa! A Sandra, que me ajuda aqui em casa, pensou que fosse da Isadora! Estava lá no quarto dela…. Lema de avó, para mãe, para filha!




Para a Isadora, não é não, e sim é ã-hã. Uma fofa. O que pergunto e ela quer responder afirmativamente, solta um fofo e sonoro ãhã. A mania começou há alguns dias.

Mas uma outra tradução antiiiga, que esqueci de comentar aqui é a “Bá”, para as amadas bolachas. Por enquanto, só Maizena ou Água e sal. Agora ela também esticou o sentido para barras de cereais, outro lanchinho que faz a sua alegria. Aliás, às vezes ela até faz uma dancinha quando recebe uma dessas guloseimas… Minha comiloninha!




Meninas, obrigada pelos lindos comentários ao post anterior. As palavras me animaram e as da Ma me surpreenderam por estarem alinhadas às idéias do Fábio. Aos pensamentos que tivemos tempo e chance de dividir.

Foram os dois maiores presentes que ganhei da vida: a Isadora e estar perto dele nesses momentos únicos, eternos e absolutamente transformadores.

Eu evitava chorar perto dele. Mas não agüentei algumas vezes. E ele me disse que era muito ruim para ele me ver daquele jeito. Eu respondi que era difícil, que eu não tinha a fórmula de como viver o que estávamos vivendo de outra maneira. E ele, seguro: “Eu tenho”. Perguntei qual era. E ele, generoso, como era, me mostrou o caminho: “Olha para frente. Está tudo bem. Você tem que olhar para a frente”.

É o que faço. E tenho esse lindo motivo que nos une, chamado Isadora, para seguir adiante, da melhor maneira possível.

A celebração desse Dia das Mães está realmente em ser mãe dessa delícia. Meu presente. “Presente de Isis”, diz o significado do nome dela. É mesmo um presente e não só para mim. É lindo ver que a alegria dela contagia outros eleitos também, especialmente vovós e vovôs corujas, entre outros!

Filhinha, obrigada por ter vindo, por ter nos escolhido… Fábio, obrigada por possibilitar a vida. Nela, na nossa pequena, estaremos juntos nesse Dia das Mães e sempre. Como combinamos.

 

 




Procuro não pensar nos “E se…” da vida, e acho que tenho sido bem-sucedida nas tentativas, por isso a força.

Mas agora aconteceu. Fui colocar a Isadora para dormir e me deu uma saudade do Fábio… Saudade da presença viva, do abraço. Uma sensação física e emocional. E pensei: “E se” ele estivesse aqui conosco agora? E a saudade apertou.

Esse Dia das Mães vai ser delicado para Nós Duas… O dia é das mães, mas é diferente comemorar com o pai por perto.

No ano passado, eu recebi flores lindas dele. Ele estava internado, mas pediu à nossa anja Olívia que comprasse e enviasse.

Eu e a Isadora ficamos muito contentes quando elas chegaram. Cor-de-rosa choque, lindas, com um cartão idem. Aquele dia me senti muito contente. Mas hoje estou triste. Acho que esse Dia das Mães vai ser mais difícil…




Outro dia estava com a Isadora na cozinha e ela apontou para uma prateleira em cima da mesa e disse “bói”.

“Bói” é bola, mas não havia qualquer bola ali.

Mas fiquei concentrada para desvendar o mistério.

E, eureka! Havia um bloco de papel. A querida tia Olívia, que participou do primeiro desenho que a Isadora fez na casa dos vovôs José Maria e Leonor, fez uma bola.

A Isadora gravou e relaciona. Assim, estava me pedindo o bloco de papel e lápis, para desenhar. Simples! “Bói”!

Nos comentários ao post “Trabalho delicioso”, de 1° de maio, a Tati contou uma tradução ótima da língua do filhinho dela:

Ele tb fala ké carrá!!!
Sabe o que é isso???
Quero maçã!!!! hahahahaha

Nós mães e pais desvendamos cada uma! O que mais nossos filhotes andam dizendo que precisamos traduzir? Contem mais.




A Isadora ficou incrivelmente tranquila durante esse corte. Não sei se pela novidade do carro nas alturas, ou pelo jeito do cabelereiro. O fato é que ela só ameaçou descer do carro já ao final, colocando a perninha para fora.


Penteado pronto, perguntei: “Gostou, filha?”.

E ela: “Não”.

“Não tem problema, filha. Você é linda de qualquer jeito e cabelo cresce rápido”.

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Será que minha franjinha ficou muito curta?




A Isadora está anos luz à minha frente

Ela tampa o vidro de requeijão;

Ela guarda a pomada que acabei de usar nela e deixei para guardar depois;

Ela arruma os brinquedos (quase sempre);

Ela pega – na mesma hora – o que cai no chão;

Ela varre (tenta varrer) o “papá” que caiu durante a refeição;

Essa fofa é muito organizada e cuida das coisinhas de casa.

Uma qualidade que a mamãe não tem e vai aprender com ela. O papai também tinha tentado, mas não conseguiu.

Acho que agora vai!

E os filhotes de vocês, saíram à imagem e semelhança ou já mostram diferenças?

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A alegria em frente a uma pia cheia de louça.

Ampliem para ver o sorriso…
Será que presistirá no futuro?
Aqui é de brincadeira, mas também adora a de verdade.




Hoje passei o dia me divertindo com as gracinhas da Isadora, me alegrando com a sua alegria, e cuidando da sua dorzinha de barriga. A virose era relacionada à barriga. Ela não teve dor, mas o intestino fez juz ao dia do trabalho e caprichou!

A Isadora acaba de dormir - estava com muito sono! E a Sassá - nossa querida babá - acaba de chegar. Assim, saio para um show da Fernanda Takai cantando Nara Leão. Um som bem delicadinho.

Mas, antes, preciso contar as palavrinhas da vez:

“Vem”, me dando a mãozinha, para me levar para perto de onde ela esteja. Totalmente irresistível.

“Ponto”, para tudo o que considera completo, acabado.

E muitas outras palavrinhas que começa a repetir do nosso vocabulário.

Amanhã contamos mais.







Sobre o blog


Sou Priscila Sérvulo, 37 anos, jornalista, mãe da Isadora, um ano e oito meses, estudante. Em comum com as blogueiras-mães, a paixão pela filhota e por registros. De diferente, a convivência de Nós Duas, com a precoce morte do pai Fábio, 18 dias antes do aniversário de um ano da Isadora. A ele, todo o nosso amor, sorrisos, e só não digo saudades porque combinamos que ele estaria sempre presente...




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